A Altri alcançou, em 2025, a classificação A no rating do CDP, posicionando-se acima da média internacional do setor, avaliada com B. O resultado reforça o desempenho do grupo português nas áreas da sustentabilidade e do combate às alterações climáticas.

A avaliação do CDP incidiu sobre três pilares (Alterações Climáticas, Florestas e Água) tendo a Altri obtido as classificações A, A- e A-, respetivamente.

De acordo com a informação divulgada pela empresa, a classificação máxima foi alcançada em várias categorias, incluindo estratégia de negócio, impactos, oportunidades e riscos, energia, políticas ambientais, redução de emissões de carbono, verificação e reporte de emissões. Em diversas destas áreas, a Altri obteve classificações de topo nos três pilares avaliados.

Em reação ao resultado, o presidente executivo do grupo, José Soares de Pina, afirmou que a classificação atribuída “confirma, de forma independente, a solidez da estratégia da Altri e a consistência do trabalho desenvolvido no âmbito do ESG e do combate às alterações climáticas”, acrescentando que o reconhecimento está alinhado com o Compromisso 2030 assumido pela empresa, que define objetivos mensuráveis em matéria de sustentabilidade.

A Altri atua no setor da bioeconomia e é um dos principais produtores europeus de fibras celulósicas, a partir de florestas certificadas. O grupo está também presente na produção de energias renováveis de base florestal, apostando no aproveitamento integral dos recursos florestais, incluindo fibras e resíduos.

A empresa é responsável pela gestão de mais de 100 mil hectares de floresta, integralmente certificada por dois sistemas internacionais de certificação de gestão florestal responsável. Em Portugal, o grupo detém três unidades industriais, com uma capacidade instalada superior a 1,1 milhões de toneladas de fibras celulósicas por ano.

O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos que gere o maior sistema global de divulgação de informação ambiental. As suas avaliações analisam não apenas os compromissos assumidos pelas empresas, mas também a sua implementação, sendo amplamente utilizadas para apoiar decisões de investimento e aquisição, com o objetivo de promover uma economia mais sustentável e resiliente.